O custo de um terminal POS soma três parcelas: o hardware (ecrã, impressora, gaveta), o software de faturação em licença e a assistência técnica. E paga-se de duas formas: aquisição inicial ou aluguer mensal com tudo incluído. O total depende do negócio: um quiosque de café e um supermercado com talho não precisam do mesmo sistema.

As três parcelas do preço

O hardware varia com a robustez e os periféricos: impressora de talões, leitor de códigos, balança, gaveta de dinheiro. O software de faturação paga-se em licença e cresce com os módulos: gestão de mesas, stocks, multiloja. A assistência cobre avarias, atualizações e apoio no fecho de caixa; num equipamento que trabalha todos os dias, é a parcela que evita paragens.

O que faz o preço subir

Mais pontos de venda, integrações (takeaway, ementas digitais, quiosques), hardware específico como balanças certificadas, e a gaveta inteligente de dinheiro, que confere o numerário sozinha e se paga na redução de diferenças de caixa.

Compra ou aluguer mensal

A aquisição pesa uma vez e o equipamento fica da empresa. O aluguer mensal dilui o investimento e inclui a manutenção, o que dá previsibilidade a quem abre um negócio. A Multimac apresenta as duas modalidades lado a lado na mesma proposta.

Como obter um valor para o seu negócio

A proposta séria faz-se depois de perceber a operação: quantos pontos de venda, que áreas, que integrações. Se ainda está a escolher o tipo de equipamento, comece por o que é um terminal POS.

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